sábado, 30 de maio de 2009

Do Desvencilhar de Dodecágonos Saturnológicos

Do que o ácido desmantela não haverá à lua analisar; Aos ermitões das claras profundezas alfacentaurinas destinam-se as melhores conchas; Sobre a bússola de um cego manco pousa o gafanhoto azul e tentáculos de lula frita ao sol da meia noite tem gosto de gêiser. Assim pensava eu.

Até que descendeu das baixezas do paraíso um pianinho, delicadamente esbarrando nos meus decalógicos rabos de mão. E então fez-se a lava. E não daquelas saltitantes e esmiguelantes, a mais genuína das genuínas lava das províncias de Nicklebeppez. E daquelas saliências martelíneas brotaram depósitos, porpósitos, sobrepósitos e sigopósitos de gracejo índico temperado com racionalismo grecoetrusco e virtuosismo teutônico. Bicho, aquilo fez minhas rubras almofadinhas esquarkejadas berrarem 'budaquevospariu, taí um leitmotif!'.

Cê não tá falando sério né? Como não? Ah, é que nada disso *quilha treme* não deixa de não fazer sentido algum, pelo contrário, deixa de fazer sentido algum por não fazer...

Entramos naquele mágico entreolhar intercósmico com nosso tapete alógico, com titânicos 'V's planando sobre doces campos de trigo róseo, sobre as pradarias alabardeareiras outrora de vermelho e marrom, ouvindo o som dos violinos e trompas debaixo d'água. Dentre as asas de mergulhão que entrelaçam as terceiras dobras supracartágenas do Sol, vislumbrantes globos de fogo e marfim se fazem audíveis... I think they're calling our name...Not necessarily stoned, but...Bountiful...Belearguareful...Beautiful.

Nenhum comentário:

Postar um comentário