terça-feira, 2 de junho de 2009

Da Maldita Bênção Caolha

Metalógenos desterrados de bicas salgadas, ele disse.

Permutando por sobre o halla de estar, o abandono do astro rei é revogado no seu pico de ausência. Eis que eles chegam, vindos do lar da labareda e crisálida galatéaca, donde surgem os afontanados vulconídeos de vapor; corcelando seus alasãos de aço ductilfeito, presas de tamargueira, olhos de cremalheira. E pensam que valem-se de seus córdeis. Humph.

Pentecontéricos raios do amanhecer não chegam no fundo do aquamarino oceano, quão mais ao fundo da divisão do nosso ego... O que pode-se versar sobre, dadas as circustâncias, são as reflexões difusas e constralictas que são tão inevitáveis quanto os espelhos que as ricocheteiam pelo éter. Pelo éter, não pelo quadrângulo sublunar. Daí a maioria dos nossos entanglômados, bicho.

Já foi dito que o homem fuzilado pelo próprio olhar tem no pós-sido-ser um lugar reservado com penas de ítrio de onde pode afinal contemplar sua existência, e já foi dito que o metralhar de raios cronóicos não escolhe meios e simplesmente, puramente e destramente se propaga pelo que há para se propagar. Tanto pra cima quanto pra baixo da nossa cara bola de cristal de inspiração. Eis então o magnânimo extremo, trépido eu: do que o farfalhar da nebulosa pavimenta, não haverá ao dodô magistrar. Dito sido, dito feito.

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