domingo, 3 de janeiro de 2010

Uma Coletânea de Poesia para Tardes de Piadas Internas

Rio de tamargueira,
Fosso sem beira,
Pacato ser humano:
Sério mesmo manuuu?

* * *

Cachorro manquitola,
Sutil vitrola,
Ouço de lá da matôrra:
Gabriel tem cara de porra.

* * *

Um dia me peguei andando
Pegou andando um dia já me fez
Ele pergunta que será do sutil marzipã
Ã-ãã-ãã-ãããhn?

* * *

Mas de sete degraus, um é fino
E só pode tão matutino
Período de raio em pouleirinho
O Bruno é um porco fofinho.

* * *

De dois um
Ora cajum
Ora cariga
Para de olhar pra minha barriga.

* * *

Desde sempre, sempre houve
Barão de Assores, pé-de-couve
Ainda assim, a dúvida persiste
Esse tubo, não existe.

* * *

Derradeira disordem que paradeia o campo que circunda o mundo
Cartola gigante que dissolve o dracônico que soterna o oriundo
Lá chega dentre mil mais um de cem sem ano
Manu-manu-manu-manu-manu-manu.

* * *

Coroa o cetro a posse
Possui a coroa o cetro
E não há de fugir o convés
Cê curte Yes?

* * *

Oh, remember I do, reflavour I ought,
The sweet call, unsoured knot
From it, one thousand and eight a can,
What the hell man?!

Um comentário:

  1. great poetry, loved the post!

    http://mkstyleramblings.blogspot.com.au/

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